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quinta-feira, 5 de março de 2015

Start-up de português já vale 900 milhões de euros

Start-up de português já vale 900 milhões de euros
José Neves, de 40 anos, é o fundador e diretor executivo da Farfetch,
 a start-up portuguesa com maior avaliação de sempre

Há uma empresa criada por um português que já vale mil milhões de dólares (cerca de 894 milhões de euros). A Farfetch, plataforma que se dedica à venda 'online' de bens de luxo como vestuário, calçado e acessórios, é, neste momento, a start-up nacional com maior avaliação de sempre e acaba de conquistar um novo investimento milionário.

Embora se assuma como uma marca luso-britânica, a Farfetch, fundada em 2008 na cidade de Guimarães por José Neves, empresário português que é também o seu diretor executivo, utiliza tecnologia 100% nacional, desenvolvida em Leça da Palmeira. 

Esta quarta-feira, a empresa anunciou, em comunicado enviado ao Boas Notícias, a obtenção de um novo financiamento no valor de 85 milhões de euros (aproximadamente 76 milhões de dólares) liderado pelo grupo DST Global, um dos principais grupos de investimento internacionais que se foca, exclusivamente, em negócios que se desenvolvem na Internet. 

"Temos feito uma caminhada fantástica até agora e é ótimo podermos somar a DST à nossa lista já extraordinária de financiadores para a próxima fase de crescimento da Farfetch", congratula-se José Neves, de 40 anos.

fonte:http://boasnoticias.pt/noticias_Start-up-de-portugu%C3%AAs-j%C3%A1-vale-900-milh%C3%B5es-de-euros_22683.html

Foto de furão bebé à boleia de pica-pau torna-se viral

Foto de furão bebé à boleia de pica-pau torna-se viral
Foto © Martin Le-May/BBC
Esta segunda-feira, o fotógrafo Martin Le-May conseguiu captar uma imagem de um pica-pau a voar com um pequeno furão às cavalitas. O fotógrafo registou o momento num parque londrinho e a imagem já está a fazer as delícias das redes sociais.

Em declarações à BBC, Martin conta que começou por ouvir "um guincho stressante". O fotógrafo "temeu o pior", já que o pequeno mamífero, semelhante a uma doninha, estava a atacar o pássaro.

O homem acrescenta que foi este susto que motivou o pica-pau a levantar voo, arrastando consigo o furão. Passado um momento, este apercebeu-se da presença do homem, e soltou-se do pica-pau, desaparecendo na vegetação.

A imagem foi capturada no Hornchurch Country Park, enquanto o fotógrafo passeava com a mulher. Martin contou ainda à estação britânica que não esperava que a fotografia fizesse tanto sucesso nas redes sociais. "Estou tão orgulhoso por ver que várias pessoas viram a minha fotografia", explicou à BBC.
fonte:http://boasnoticias.pt/noticias_Foto-de-fur%C3%A3o-beb%C3%A9-%C3%A0-boleia-de-pica-pau-torna-se-viral_22667.html

Quando contrata alguém, Mark Zuckerberg (só) quer saber uma coisa

A pergunta que o líder do Facebook faz a si próprio quando entrevista alguém pode determinar a sua entrada (ou não) nos escritórios da rede social. Zuckerberg revelou-a esta quarta-feira em Barcelona.
Foi a segunda vez que Zuckerberg falou naquele que é o maior evento de tecnologia de dispositivos móveis

É uma pergunta simples, que pode valer um emprego na rede social do momento, o Facebook. Quem quiser candidatar-se a uma vaga na empresa que Mark Zuckerberg lançou em 2004 e que fez dele milionário em 2007, com 23 anos, tem de estar preparado para uma coisa simples: fazê-lo feliz. Melhor: fazer com que ele se sinta feliz caso os papéis se invertessem.
A pergunta que o líder do Facebook faz a si próprio quando entrevista alguém é: seria feliz se trabalhasse para esta pessoa? “É um bom teste”, disse durante o Mobile World Congress, em Barcelona. Foi a segunda vez que Mark Zuckerberg falou naquele que é o maior evento de tecnologia da indústria dos dispositivos móveis.
“Só contrato pessoas que trabalhem diretamente comigo se me imaginar a trabalhar para essa pessoa“, disse Mark Zuckerberg esta quarta-feira, citado pelo jornal ABC. Um destes exemplos é a Chief Operating Officer Sheryl Sandberg, que Zuckerberg considera sua “mentora”.
Quando questionado por uma mulher na audiência sobre como era trabalhar com Sandberg, o líder do Facebook disse que ela tem sido instrumental na construção daquilo que é o Facebook enquanto modelo de negócio e uma “organização saudável”.
O Mobile World Congress decorre em Barcelona até quinta-feira, 5 de março. Durante quatro dias, a organização estimava receber 90 mil pessoas, ter presentes dois mil expositores, quatro mil jornalistas e 160 representações governamentais de 200 países.
fonte: http://observador.pt/2015/03/04/mark-zuckerberg/

As fotos dos seus filhos estão numa caneca. E foi você que deixou sem saber

E se a fotografia do seu filho aparecer numa caneca à venda na internet? Há uma loja holandesa que faz isso mesmo. E é legal.

Uma loja online chamada Koppie Koppie está a vender canecas com fotografias de crianças retiradas da internet. É um negócio, um desafio e um alerta, feito precisamente por um dos empreendedores da empresa, através do Medium. Dimitri Tokmetzis explica em detalhe as razões que o levaram a avançar com esta ideia: a quantidade gigantesca de fotografias de crianças partilhadas na internet, a esmagadora maioria pelos próprios pais, sem que estes tenham o cuidado de proteger os direitos de reutilização.
Dimitri Tokmetzis, que é também jornalista no holandês de Correspondent, analisou em profundidade a política de privacidade dos principais websites de partilha de ficheiros, nomeadamente no Facebook, Google e Flickr. Já aqui explicámos que tudo o que enviamos para e pela internet deixa de estar sob o nosso controlo, que é uma ilusão expressa nas letras pequenas das páginas de política de privacidade, que reservam os direitos de utilização e venda dos conteúdos que partilhamos.
Isto pode parecer a apropriação indevida de conteúdos (no caso, de fotografias), mas quase nunca o é. A moralidade também tem pouca importância, faz parte do contrato que assinamos quando clicamos (sem ler) em “concordo com a política de privacidade” de determinada página ou plataforma no momento de subscrever uma conta gratuita. Os dados que enviamos e partilhamos uns com os outros são verificados e passam a fazer parte das empresas que nos prestam serviço, gratuito.
Então o que deve fazer para proteger as fotografias das suas crianças? O mais seguro é, evidentemente, não partilhar. Tudo o que cai na grande rede fica lá para sempre, mesmo que tente desfazer (apagar) o ato de “publicar” no momento imediatamente a seguir. Nas plataformas que aceitam a CreativeCommons (sistema internacional que permite regular os direitos de utilização de conteúdos) como o popular Flickr, tenha o cuidado de ativar as restrições de utilização por terceiros. A Koppie Koppie, por exemplo, apropria-se de todas as fotografias que estejam rotuladas com permissão de uso comercial, no Flickr e na pesquisa de imagens do Google.
ScreenShot_CC3.0
Exemplo de uma licença Creative Commons.
 Mas mesmo que tranque todas as portas, ninguém lhe garante que a foto que partilhou no Facebook não esteja agora impressa numa caneca algures do outro lado do mundo. É o preço a pagar pela oportunidade de partilhar.
fonte:http://observador.pt/2015/03/04/koppie-koppie-canecas-fotografia-criancas/

quarta-feira, 4 de março de 2015

Há uma “app” portuguesa que sabe o que quer ver ou ouvir

CAMR está a ser desenvolvida pelo INESC TEC para tomar decisões sobre o conteúdo que recomenda aos utilizadores. Designada como "não invasiva", recorre a sensores de dispositivos como GPS, luz ou som.
A aplicação ainda está em fase de prtotótipo para o sistema operativo Android
É uma aplicação móvel para sistema operativo Android que promete recomendar-lhe a música que gosta de ouvir, as notícias que gosta de receber ou os filmes que prefere ver. A CAMR (Context-Aware Personalized Multimedia Recommendations) é portuguesa e recorre a sensores dos dispositivos móveis, como o acelerómetro, GPS, luz ou som, para conhecer os gostos dos utilizadores.
Desenvolvida no âmbito do programa de investigação MAT – Media Arts and Technology, do INESC TEC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores – Tecnologia e Ciência) a CAMR toma decisões sobre o tipo de conteúdo que recomenda aos utilizadores com base em perfis que constrói implicitamente. Ou seja, estabelece uma relação entre o contexto de utilização (tipo de atividade, altura do dia, da semana, do ano, localização, ligação de rede, entre outros) e a monitorização dos hábitos de consumo dos utilizadores.
“A CAMR (…) utiliza estes perfis para implementar um motor de recomendação não invasivo, sensível ao contexto de utilização, seguindo quer uma abordagem baseada no conteúdo quer híbrida”, explica Teresa Andrade, coordenadora do projeto, que também envolveu o investigador Abayomi Otebolaku.
As recomendações podem ser feitas automaticamente ou a pedido do consumidor e as decisões são tomadas tendo em conta a vertente semântica e a sintática das informações. A primeira permite filtrar a informação, por exemplo.Teresa Andrade explica que quando o utilizador fizer uma pesquisa, a app vai selecionar as opções que são mais indicadas para as preferências dos utilizadores.
Já a sintática é o que permite adaptar conteúdos. “Por exemplo, eu quero ver um filme gravado em alta definição, mas tenho um ecrã com dimensões muito reduzidas. A app vai adaptar automaticamente o filme às dimensões do ecrã“, explica Teresa Andrade.
A ideia não é totalmente nova, mas traz novidade ao mercado, dizem os investigadores. Por um lado, permite adquirir dados de contexto de baixo nível, ou seja, valores numéricos que são dados pelos sensores dos dispositivos móveis, para extrair conhecimento de alto nível, como hábitos diários.
Teresa Andrade dá um exemplo: saber se uma pessoa está sentada ou a correr é informação de alto nível, que é obtida através da informação de baixo nível, ou seja, pelos números que são fornecidos por sensores como o de rotação e o de aceleração.
Em 2018, o tráfego multimédia oriundo de dispositivos móveis e sem fios vai ultrapassar o tráfego proveniente de dispositivos fixos, segundo um estudo publicado pela Cisco em 2014. Por isso, explicam os investigadores, é importante criar sistemas que agilizem a procura e que recomendem os conteúdos no formato adequado para cada dispositivo.
“Se a dificuldade em encontrar os conteúdos desejados de forma expedita já é grande hoje, num futuro próximo será ainda maior, particularmente para os utilizadores móveis, que, de uma forma geral, têm menor disponibilidade de tempo para navegar na internet à procura dos conteúdos do seu interesse. Muitas vezes essa pesquisa é partilhada no tempo com outras tarefas”, referiu a investigadora.
O projeto da CAMR esteve a ser financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte, pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), pelo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), e ainda por Fundos Nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
Atualmente, está sem financiamento e a investigadora Teresa Andrade explica que estão a discutir o próximo passo com pessoas “mais familiarizadas com o processo de transferência de tecnologia”. Por enquanto, a app ainda é um protótipo de testes, mas o futuro pode passar pela comercialização, através de uma parceria, ou pela disponibilização em open source, ou seja, em código aberto.

fonte:http://observador.pt/2015/03/04/ha-uma-app-portuguesa-que-sabe-o-que-quer-ver-ou-ouvir/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Surfstoke. O “êxtase” do surf numa app 100% portuguesa

Portuguesa Surfstoke vai a Barcelona participar no concurso que quer eleger a melhor '"app" europeia: EU Mobile Challenge. A "app" promete ajudar os surfistas a encontrar as melhores ondas do momento.
Surfstoke quer ser a primeira rede social global para os fãs dos desportos de ondas

Missiva para uma surfada perfeita: o estado do mar, do vento e a prancha correta. Esquerdas ou direitas sem demasiada gente pelo caminho. E praias que são secretas para permanecerem um refúgio da comunidade local. Informação que passa de boca em boca. De telefonema em telefonema. E agora em rede,online, de smartphone para smartphone. A Surfstoke é uma app portuguesa e quer ser a primeira rede social global para os fãs dos desportos de ondas. Entre 2 e 5 de março, vai representar Portugal na final europeia do EU Mobile Challenge, em Barcelona.
A ideia – que envolveu Joana Matos, Francisco Brito, João Rodrigues e Nuno Ferro – nasceu em 2013 a propósito de um concurso promovido pela Portugal Telecom (PT), que queria encontrar ideias de negócio ligadas à economia do mar. Venceram. Integraram o espaço de incubação para empresas da PT e mais tarde candidataram-se ao Building Global Innovators, promovido pelo MIT Portugal e pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, do qual têm apoio.
surfstoke
João Rodrigues, Joana Matos e Francisco Brito, os jovens responsáveis pela Surfs
Quando viram o concurso para participarem no EU Mobile Challenge, concorreram. Agora, entre 2 e 5 de março, vão estar a representar Portugal na final europeia daquele que é um dos principais eventos sobre economia digital e mobile, em Barcelona. Dali, vai sair a melhorapp europeia. “É bom vermos a nossa aplicação dar frutos e a ser reconhecida internacionalmente”, explicou Francisco Brito, 23 anos, ao Observador.
Até agora, o projeto tem sido desenvolvido com capitais próprios (cerca de cinco mil euros), mas o objetivo é encontrar investidores. Por enquanto, estão focadas em desenvolver a aplicação. O que faz a Surfstoke? Promove a interação entre os praticantes de desportos de ondas. Como? Através do registo de relatórios dos utilizadores.
“Os utilizadores da ‘app’ fazem ‘check-in’ mal chegam à praia, criando um surf ‘report’ que integra a informação do estado do mar (fornecida pelo Instituto Hidrográfico) e a sua opinião – sustentada num comentário, ‘rating’ e uma fotografia. De seguida, os utilizadores têm a opção de partilhar o ‘report’ com todos os membros da’ app’ ou apenas com 1 ou 2 amigos, salvaguardando os chamados ‘secret spots’ (lugares secretos)”, explica Francisco Brito.
Com estes check-in, é possível saber onde é que os amigos estão a surfar e em que praias estão as melhores condições para a prática deste desporto. Para os empreendedores, desta forma é possível poupar tempo e reduzir a incerteza. Ao serem activos na Surfstoke, os utilizadores ganham pontos que permitem ter acesso a ofertas em lojas parceiras, como a PAEZ, ORG ou Bana Surf Shop.
Surfstoke
A app foi lançada em novembro e está disponível gratuitamente para sistema operativo iOS e Android. Joana Matos, Francisco Brito e João Rodrigues estão 100% dedicados ao projeto. Nuno Ferro, responsável pela programação da appestá a tempo parcial. Quando a ideia surgiu, apenas Nuno praticava surf com regularidade e o objetivo era criar uma plataforma que servisse dois propósitos: ajudar as pessoas que queriam praticar surf e não sabiam como e onde aqueles que já praticavam pudessem interagir.
“Era uma ideia um bocadinho megalómana e agora estamos focados em quem é mesmo surfista. Mas construir essa plataforma é o nosso objetivo de longo prazo”, explica Francisco Brito, que costuma escolher as praias da Costa da Caparica e de Carcavelos para surfar.
No evento em Barcelona, vão estar mais de 85 mil pessoas a assistir a palestras de dirigentes de empresas. Mark Zuckerberg, líder do Facebook, é um deles. “O nosso objetivo está bem patente no nome: ‘stoke’ significa o êxtase de apanhar uma onda. E é este ‘feeling’ (sentimento) que queremos levar a todos as praias do mundo onde existam surfistas prontos a dominar as ondas”, afirmou Joana.
fonte:http://observador.pt/2015/02/24/surfstoke/

Seis mitos comuns sobre tecnologia

Será que os Mac apanham vírus? Os ficheiros desaparecem mesmo quando a Reciclagem é esvaziada? Fique a conhecer seis mitos que estão longe de ser verdade.
Desde as primeiras invenções até às mais recentes criações tecnológicas — a tecnologia está muitas vezes envolta em mitos. Manter a bateria do computador sempre ligada à corrente vicia? Será que os Macs apanham vírus? E os megapíxeis, quantos mais melhor? Estas são algumas das questões mais comuns relacionadas com a tecnologia, e para as quais nem sempre se obtém a resposta certa.
Os Macs não apanham vírus
Qualquer computador pode apanhar um vírus e os Macs não são exceção. Alguns programas maliciosos (malwares) podem afetar o sistema operativo dos Macs da mesma foram que afetam o Windows. Contudo, isto raramente acontece. Isso deve-se ao facto de os vírus terem de ser desenhados especialmente para os computadores da Apple para que estes sejam afetados. A maioria dos ataques tem como alvo empresas que usam o Windows, que é ainda o sistema operativo mais comum no mundo empresarial, como refere o Telegraph.

Assim que a Reciclagem é esvaziada, os ficheiros desaparecem

A informação guardada no computador pode não desaparecer por completo. Apesar de apagados (depois de esvaziada a reciclagem) os ficheiros permanecem escritos no disco rígido, o que significa que podem depois ser recuperados por programas específicos. Para eliminar completamente os dados é preciso reescrever com 0 e 1 (código binário) as secções livres do disco onde permanecem os ficheiros “apagados” — eles estão lá, mas não estão indexados, ou seja, não são reconhecidos. Os sistemas operativos modernos já incluem esta função.

As radiações dos computadores podem tornar os homens estéreis

Ao contrário do que é muitas vezes defendido, os eventuais problemas de infertilidade masculina associados ao uso no colo dos computadores não estão nas radiações emitidas, mas no calor por ele gerado. Isto porque o escroto garante a temperatura ótima de produção dos espermatozóides, aproximadamente um grau a menos da temperatura corporal, ou seja, 36ºC. Um computador em funcionamento pode atingir temperaturas elevadas que aquecem a zona pélvica muito acima da temperatura do corpo.

Mais barras, melhor rede

Na verdade, isto não é bem assim. As barras que assinalam a intensidade do sinal de rede ilustram a proximidade do telemóvel em relação à torre de transmissão mais próxima, e não a sua qualidade. O sinal pode ser afetado por outros factores, como a quantidade de pessoas que está a usar a mesma rede (ou antena), condições meteorológicas, interferências  eletromagnéticas, entre outras.

A bateria só deve ser recarregada quando está vazia

As baterias modernas de lítio podem ser recarregadas a qualquer altura, mesmo que não estejam completamente descarregadas. Ao contrário das antigas, as baterias recarregáveis dos computadores e smartphones atuais (e não só) não correm o risco de ficarem “viciadas” se estiverem sempre ligadas à corrente.

O número de megapíxeis determina a qualidade da fotografia

A qualidade de uma câmara fotográfica é determinada também pelo tamanho dos megapíxeis, e não apenas pela quantidade. Isto acontece porque a fotografia é moldada pela quantidade de luz que o sensor de uma câmara consegue captar e não (só) pelo número de megapíxeis. Isto significa que diferentes câmaras, com diferentes números de megapíxeis, podem captar fotografias muito semelhantes.
fonte:http://observador.pt/2015/02/24/seis-mitos-comuns-sobre-tecnologia/

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Olá pequenada, diz o YouTube. Vem aí uma versão infantil

Uma aplicação intuitiva, com ícones grandes e conteúdos próprios para crianças está a chegar. Mas os pais também vão ter um papel importante.
Nova aplicação será distinta da já existente

Vem aí um “YouTubinho”. A mais famosa plataforma de vídeos do mundo vai lançar uma versão infantil na próxima semana, exclusivamente dedicada a conteúdos para crianças. O YouTube Kids será uma aplicação para tablets e smartphones e estará disponível a partir de 23 de fevereiro.
O aspeto gráfico do YouTube Kids será diferente da plataforma atualmente existente, com uma navegação mais simples e ícones grandes, para que as crianças consigam navegar sem problemas. Mas haverá, ainda assim, algumas ferramentas de controlo que permitirão aos pais saber o que os filhos estão a fazer na aplicação e estabelecer o tempo máximo que lá passam.
Dois olhares sobre o que poderá ser o aspeto gráfico da nova aplicação
O lançamento do YouTube será feito numa conferência especial para o efeito na próxima segunda-feira. No início de dezembro, a Google, dona do YouTube, já tinha anunciado que iria investir na criação de alguns produtos especificamente destinados a crianças. Na altura, o motor de busca, o YouTube e o Chrome (browser) eram apontadas como as primeiras plataformas a ter versões infantis próprias.
A intenção da Google é tornar os serviços “divertidos e seguros para os miúdos”, disse Pavni Diwanji, responsável pelo desenvolvimento do novo projeto, em dezembro. Ao mesmo tempo, a gigante tecnológica pretende também incluir as próprias crianças na elaboração das versões que lhes são destinadas e em mais conteúdos para a sua idade. “Queremos que os miúdos estejam seguros, mas acima de tudo isto tem que ver com ajudá-los a ser mais do que meros consumidores de tecnologia, mas também criadores”, explicou.
fonte:http://observador.pt/2015/02/20/ola-pequenada-diz-o-youtube-vem-ai-uma-versao-infantil/


YouTube. A evolução dos vídeos virais. Em vídeo

São 101 vídeos cozinhados num total de quase 17 minutos. Muitos deles já viu, e vai gostar de ver outra vez. Lembra-se do pequeno Charlie a morder o irmão? Teve 812 milhões de views.
Quantas vezes é que as gargalhadas de um bebé o fizeram sorrir?

O YouTube fez dez anos e a The Daily Conversation cozinhou um vídeo com a evolução dos vídeos virais que o obrigaram, ao leitor, a perder muitos minutos da sua vida colado ao ecrã. Ao todo, são quase 17 minutos e 101 episódios hilariantes (okay, uns sim, outros nem por isso). Lembra-se das selfies de Noah Kalina durante seis anos? Essa brincadeira teve 25 milhões de visualizações.
E quantas vezes é que as gargalhadas de um bebé o fizeram sorrir? Ou aquela vez em que o pequeno Charlie mordeu o dedo do irmão e depois fez aquele sorriso maquiavélico (812 milhões de views)… Ou então ainda a maravilhosa representação de “Wrecking Ball” no Chatroulette de Steve Kardynal, que teve 131 milhões de views. Bom, o melhor mesmo é ver o vídeo.


fonte:http://observador.pt/2015/02/22/youtube-evolucao-dos-videos-virais-em-video/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Oito dicas para tornar o computador mais rápido

Se desespera só de pensar em ligar o computador e treme sempre que tem de abrir programas ou vídeos pesados, não é preciso pensar já em comprar um aparelho novo. O seu velho PC pode ter solução.
Não desespere. Há solução para (quase) tudo
Computador lento? Calma, não é preciso começar já a poupar para comprar um novo. É certo que a tecnologia avança e as máquinas ficam obsoletas mas, muitas vezes, tudo o que é preciso para voltar a ter um computador rápido é levá-lo a uma empresa informática. Ou seguir alguns dos passos que o jornal britânico Telegraph reuniu para máquinas Windows:
1. Desinstale programas que não utiliza
Os computadores vêm com alguns programas instalados que por vezes nunca chegamos a usar. Se é esse o caso, o melhor é desinstalar para desocupar espaço no disco e também para não ter atualizações desnecessárias a correr. O mesmo vale para programas que instalou e que nunca usou (acontece mais do que seria de esperar). Para remover programas, abra o “Painel de Controlo”, selecione “Programas” e depois faça uma revisão do que quer manter e retirar.
2. Apague todos os ficheiros temporários
Os ficheiros temporários acumulam-se diariamente no computador na sequência das mais variadas ações. Para além de não servirem para nada, conservá-los torna o computador mais cheio, logo mais lento. Para apagar todos, abra “O Meu Computador”, selecione “Ferramentas Administrativas” e clique em “Limpeza do Disco”. Depois da análise feita pelo sistema, poderá selecionar se quer apagar só os ficheiros temporários ou mais coisas, como o próprio conteúdo da reciclagem.
windows
3. Substitua o disco rígido por um disco SSD
Os discos rígidos são dos maiores causadores de lentidão nos computadores, sobretudo no arranque. Os discos SSD não são tão baratos quanto os seus antecessores, mas são capazes de fazer leituras rápidas e, por isso, acelerar consideravelmente o desempenho do computador.
4. Aumente o espaço livre no disco
O disco rígido não deve ultrapassar os 85% de utilização, porque isso vai fazer com que o computador fique muito lento. Se não quiser apagar os conteúdos mais pesados, como os vídeos, para libertar espaço, pode comprar um disco externo (até para fazer uma cópia de tudo o que não quer perder em caso de avaria do computador) e passar conteúdos para lá. Cada vez mais popular é a nuvem, isto é, serviços de armazenamento online, como a Dropbox, o Google Drive ou o iCloud.
5. Evite arranques desnecessários
Se desespera de cada vez que tem de ligar o computador, só de pensar no tempo que vai ter de esperar até poder executar a primeira tarefa, faça uma revisão à quantidade de programas que estão programados para arrancar quando liga a máquina. Para desativar alguns programas no arranque, vá a “Gestor de Tarefas” e selecione a opção “Arranque”. Aí poderá desativar aqueles cuja abertura considera desnecessários no arranque do computador.
arranque-windows
6. Mais RAM
A RAM, ou memória de acesso aleatório, é a memória à qual o computador recorre quando estão em execução diferentes programas ou ficheiros pesados. Quantos mais programas estiver a utilizar, mais RAM será necessária. Se o computador não corresponde à necessidade, a falta de RAM pode ser um dos problemas. Pode adicionar mais memória RAM ao computador através de cartões de memória, ou pode optar por comprar uma memória RAM nova.
7. Desfragmente o disco
Esta opção serve para melhorar a eficácia com que a informação é guardada no disco e é mais fácil de fazer do que parece. Basta ir ao “Meu Computador”, clicar com o botão direito do rato sobre o disco e selecionar “Propriedades”. Na opção “Ferramentas” está lá o botão para desfragmentar.
8. Limpe o pó ao computador
E não se trata de passar um pano por cima do ecrã e da torre. Quando o pó se entranha dentro do computador, a ventilação fica comprometida, o que aumenta a temperatura do aparelho e, consequentemente, o desempenho. O sobreaquecimento pode mesmo levar a que o computador se desligue. O vídeo em baixo mostra como limpar portátil e PC de forma eficaz:


fonte:http://observador.pt/2015/02/16/oito-dicas-para-tornar-o-computador-mais-rapido/

Hora de poupar: os óculos de realidade aumentada da Sony vão custar 670 euros

Os óculos de realidade aumentada da Sony chegam dia 10 de março às lojas, no Reino Unido, e vão custar 670 euros. A notícia surge poucas semanas depois da Google ter encerrado o programa Explorer.
Os SmartEyeGlass vão ser lançados no dia 10 de março, no Reino Unido.
Se ontem à noite foi sair, caro leitor, é normal que não tenha encontrado algumas pessoas disfarçadas de robôs, uma espécie de visão futurística vinda de filmes como de culto como o Star Wars ou Star Trek. Contudo, o futuro está mais próximo do que parece: chega dia 10 de março às lojas, no Reino Unido, e vai custar 670 euros, segundo a revista Wired. São os óculos de realidade aumentada da Sony, os SmartEyeglass – edição developer.



Os óculos de realidade aumentada tem sido um dos wearables - tecnologia que se pode “vestir” – mais aguardados desde que a Google revelou os Google Glass, em 2012. Porém, parece que a empresa gigante da internet foi ultrapassada desta vez.
O lançamento dos óculos de realidade aumentada da Sony surge poucas semanas depois da Google ter anunciado encerramento o programa Explorer para os Google Glass – todos os utilizadores que conseguiram comprar o aparelho podiam desenvolver aplicações e testá-lo. A Google anunciou que vai continuar a desenvolver as funcionalidades dos Google Glass, mas adiou indefinidamente a data de lançamento ao público em geral. Ou seja, boas notícias para a Sony.
De acordo com a Wired, a Sony afirma que esta primeira versão dos SmartEyeGlass cria uma “verdadeira experiência de realidade aumentada” e disponibiliza “um mundo de conhecimento” em frente aos olhos do utilizador. Ao mesmo tempo, foi também lançado um kit de software para empresas que queiram desenvolver as suas próprias aplicações para os óculos.
Segundo a Sony, este tipo de tecnologia pode vir a ser utilizada por desportistas que queiram aumentar o seu rendimento,  para pesquisas simples na internet ou para ter, por exemplo, um GPS dentro de uma cidade. Porém, existem algumas limitações: para utilizar os óculos da Sony vai ser necessário um telemóvel Android compatível para emparelhar os dois dispositivos; e a bateria dos SmartEyeGlass só dura 150 minutos em uso contínuo. Vale a poupança?
fonte:http://observador.pt/2015/02/17/hora-de-poupar-os-oculos-de-realidade-aumentada-da-sony-vao-custar-670-euros/

Para aqueles que não têm namorada, há a “namorada invisível”

Uma empresa sediada em St. Louis, nos EUA, criou a "Invisible Girlfriend", uma aplicação a pensa nos solteiros que querem permanecer solteiros. Por enquanto, ainda só está disponível nos EUA e Canadá.
A aplicação envia mensagens de texto e de voz, como se de uma verdadeira namorada se tratasse
Se está farto de ser tema de conversa entre amigos e familiares, então esta é a aplicação certa para si. Conheça a “Invisible Girlfriend”, uma aplicaçãocriada a pensar nos solteiros que querem permanecer solteiros.
A aplicação, concebida por uma empresa sediada em St. Louis, nos Estados Unidos da América, foi pensada para aqueles solteiros que querem viver “a vida à sua maneira”, sem terem de ser bombardeados com questões sobre relacionamentos. Como frisa o Daily Mail, foi criada para aqueles que são pressionados para encontrar uma namorada, mas que não querem namorar.
Mas como é que funciona? A aplicação cria “provas sociais e reais de que está numa relação”, como refere o site da empresa. Ou seja, envia mensagens de texto e de voz convincentes ao utilizador, como se de uma verdadeira namorada se tratasse.
Apesar de ainda só estar disponível na versão beta nos Estados Unidos e Canadá, os potenciais “namorados” já podem descarregar a aplicação e começar a receber mensagens a partir de 25 dólares (22 euros) por mês. Uma subscrição mensal inclui 100 mensagens escritas, dez mensagens de voz e até uma carta escrita à mão. Para além disso, é ainda possível personalizar a namorada. Para tal, basta escolher uma fotografia a partir de uma “extensa biblioteca”, a personalidade e o modo de interação.
Mas para além de fornecer provas físicas, a aplicação cria ainda uma história credível que ajuda a comprovar a existência da namorada “invisível”. Basta escolher um local ou um cenário e uma narrativa é automaticamente criada.
A aplicação está também disponível na versão “Invisible Boyfriend”, que inclui as mesmas funcionalidades da versão feminina. Apesar de ainda só existir um pacote de adesão, a empresa planeia desenvolver outras funcionalidades, que incluem o envio de flores (pagas pelo utilizador).
fonte:http://observador.pt/2015/02/17/para-aqueles-que-nao-tem-namorada-ha-namorada-invisivel/

Aplicação: Chega no verão novo serviço de música

Um serviço de música da Apple chega no verão com novas funcionalidades.
 

 
 
O novo serviço de música da Apple vai estar disponível na primavera, refere a Exame informática. Este só estará disponível para os consumidores, porém, no verão.
 
O serviço será disponibilizado na atualização iOS 8.4, o que permitirá a milhões de utilizadores de iPhone terem acesso ao remodelado Beats Music sem sequer terem de descarregar uma app específica.
 
Quer isto dizer que as novas funcionalidades e playlist passarão a estar integradas diretamente na aplicação.
 
A Apple pretende, ainda, reduzir as faixas de música de spam presentes no sistema, que apenas servem para o entupir.
 

Vídeo Somabar: como fazer cocktails com um telemóvel

Torne-se num verdadeiro 'bartender' com apenas uma máquina e um telemóvel.



A partir de agora, os amantes de bebidas e das tecnologias podem juntar os dois interesses. Isso graças ao Somabar, uma impressora 3D de bebidas controladas, que é controlada com uma aplicação que lhe permite misturar bebidas de forma automática, explica o Gagdet.

Ainda no Kickstarter para conseguir fundos, o robot possui um sistema de limpeza automático para que a bebida seguinte não tenha o sabor da anterior.

A máquina possui vários recipientes onde o utilizador pode colocar as bebidas que mais gosta, depois, e com recurso à aplicação, basta escolher que bebidas quer misturar.

Veja como funciona.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/tech/348778/somabar-como-fazer-cocktails-com-um-telemovel#/615/0

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Dispositivos: Kickoff, a aplicação para namoros sérios

Não está com sorte no amor mas quer encontrar a sua cara-metade e ter uma relação estável e duradoura? A aplicação Kickoff é a solução, lê-se na revista Exame, na véspera do Dia dos Namorados.


Lançada há poucos meses, a aplicação Kickoff assume-se como a ideal para os solteiros. Esta app móvel é idêntica ao Tinder mas destina-se a todos os utilizadores que procuram um romance estável e duradouro.

Segundo a revista Exame, assim que é instalada, a app faz uma espécie de seleção dos contactos do utilizador no Facebook e revela aqueles que se enquadram mais no perfil do candidato. Entre as características analisadas estão a situação laboral, o nível de escolaridade e ainda a religião.

A seleção feita pela app é privada e apenas o utilizador a consegue ver, os selecionados apenas sabem que estiveram na lista se forem uns dos escolhidos para conversar.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/tech/345320/kickoff-a-aplicacao-para-namoros-serios

Alerta: Conversas privadas em frente à televisão? É melhor não

A Samsung deixou um alerta bem claro na atualização da política de privacidade das suas Smart TV’s: todas e quaisquer conversas que possa ter em frente ao seu televisor irão parar aos escritórios da empresa sul-coreana. Por isso, todo o cuidado é pouco.


As conversas privadas que tem na sala de sua casa ao ver televisão podem deixar de ser privadas. O alerta foi dado pela Samsung que, na atualização da política de privacidade das suas Smart TV’s, revela que as conversas tidas em casa ficam à mercê do sistema de reconhecimento por voz.

“Esteja consciente de que se diz algo relacionado com dados pessoais ou informações sensíveis, essa informação irá estar entre os dados obtidos e transmitidos a outros serviços através do Reconhecimento de Voz”, alerta a empresa na página de política de privacidade.

Em causa, diz a empresa, está o facto de tudo o que o televisor inteligente captar com o sistema de reconhecimento de voz ir parar aos escritórios da Samsung, que usarão essas conversas privadas para testar a funcionalidade. Essa mesma funcionalidade pode ser desativada pelo utilizador, mas a partir do momento em que ‘desliga’ deixa de poder ‘ordenar’ o televisor.

Um representante da sul-coreana garantiu ao CNET que “se um consumidor autoriza e utiliza a funcionalidade de reconhecimento de voz, os dados são fornecidos a uma terceira parte porque é solicitada uma pesquisa da ordem emitida através da voz. Nessa altura, os dados são enviados para um servidor, que procura o conteúdo solicitado e responde para a televisão”. Contudo, essa “terceira parte” não foi revelada, mas o membro da empresa garante que o áudio captado pelo sistema não é vendido nem partilhado.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/tech/345422/conversas-privadas-em-frente-a-televisao-e-melhor-nao